domingo, 19 de agosto de 2012

Aquele momento em que paramos para olhar à nossa volta e pensar que caminho temos que tomar. Ultimamente tem-me acontecido muito e isto nunca é bom, nunca.
Enquanto me perguntas todos os dias o que é que eu tenho porque estou esquisita e eu me queixo mil e uma vez mas acabo sempre por responder um « nada » quando a resposta é um « tanta coisa » eu penso em muitos se's e em muitas opções. Às vezes acho que não estou a ser muito justa contigo. Não penses que não estou feliz, porque estou, muito. (pausa.) Só que é a primeira vez que abro o meu coração desde o outro e custa tanto. Custa deixar-te entrar à vontade para me poderes partir o coração, mesmo que eu lá no fundo saiba que não o vais fazer. Mas é que não é fácil. Para mim, isto, não é nada fácil. Quer dizer, é, agora que te tenho comigo todos os dias a toda a hora, mas e daqui a 3 semanas?
Eu tenho tendência para me tornar fria com as pessoas de quem mais gosto. E se daqui a 3 semanas eu te começar a afastar com medo de me magoar? Com medo de me apaixonar de tal maneira que acabe com o coração partido? Não vou ser muito justa contigo se o fizer, mas é que esse é o caminho mais fácil e eu não sei bem se sou capaz de ir por outro caminho.
O verdadeiro motivo de eu não querer contar? Acabar. E se tudo isto acabar? Depois tem de se dizer e toda a gente pergunta porquê, toda a gente quer saber o que se passou, toda a gente se mete. Toda a gente contribui para aumentar a ferida que fica. Eu sei, não é uma boa maneira de se pensar depois de começar a uma semana, mas eu tenho medo.
Pensar em ti como um namorado mesmo tu não o sendo, ainda. Passar dias e dias sem ti. Ter em atenção aquilo que faço porque não estou propriamente por minha conta. Tanto caminho difícil de uma vez, tantas maneiras de acabar com o coração partido. Estou assustada e tenho medo.
Mas sabes? Amo-te e eu prolongava estes últimos dias durante toda  a eternidade <3>

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